Parábola
é uma narrativa, que se apresenta com o fim de ensinar
uma verdade. Difere do provérbio neste ponto: não
é a sua apresentação tão concentrada
como os provérbios, contém mais pormenores,
exigindo menor esforço mental para se compreender.
A parábola nos faz ver as pessoas na sua maneira
de proceder e de viver.
O emprego contínuo que Jesus fez das parábolas
está em perfeita concordância com o método
de ensino ministrado ao povo no templo e na sinagoga. Os
escribas e os doutores da Lei faziam grande uso das parábolas
e da linguagem figurada, para ilustração das
suas homilias. Tais eram os Hagadote dos livros rabínicos.
A parábola tantas vezes aproveitada por Jesus, no
Seu ministério (Mc 4.34), servia para esclarecer
os Seus ensinamentos, referindo-se á vida comum e
aos interesses humanos, para patentear a natureza do Seu
reino, e para experimentar a disposição
dos Seus ouvintes (Mt 21.45; Lc 20.19). As parábolas
do Salvador diferem muito umas das outras. Algumas são
breves e mais difíceis de compreender. Algumas ensinam
uma simples lição moral, outras uma profunda
verdade espiritual.
Estas são as parábolas
proferidas por Jesus:

Mateus 13, 1-9 |
Mateus 18, 23-35 |
Lucas 7, 41-43 |
Lucas 16, 1-9 |
Mateus 13, 24-30 |
Mateus 20, 1-16 |
Lucas 10, 25-37 |
Lucas 16, 19-31 |
Mateus 13, 31e 32 |
Mateus 21, 28-32 |
Lucas 11, 5-8 |
Lucas 17, 7-10 |
Mateus 13, 33 |
Mateus 21, 33-46 |
Lucas 12, 16-21 |
Lucas 18, 1-8 |
Mateus 13, 44 |
Mateus 22, 1-14 |
Lucas 13, 6-9 |
Lucas 18, 9-14 |
Mateus 13, 45 e 46 |
Mateus 25, 1-13 |
Lucas 14, 16-24 |
Lucas 19, 12-27 |
Mateus 13, 47-50 |
Mateus 25, 14-30 |
Lucas 15, 8-10 |
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Mateus 18, 12-14 |
Marcos 4, 26-29 |
Lucas 15, 11-32 |
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